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DETALHES - P&R

Autor(a):       Camila Garcia Marques
Data:             31/07/2006 15:43:57


Qual a diferença entre nutrição parenteral central e periférica?

A nutrição parenteral central (NPC) é a administração de solução de glicose ou outro carboidrato, emulsão lipídica, aminoácidos, vitaminas e minerais por uma veia de grande diâmetro, geralmente na subclávia, jugular interna, entre outras. Esta via é escolhida, geralmente, para paciente com necessidade de nutrição parenteral por um longo período de tempo.

A inserção do cateter na NPC deve ser realizada, de preferência, em um centro cirúrgico, por um médico, e assessorada pelo enfermeiro. As veias centrais podem ser acessadas diretamente ou perifericamente, o que pode ser conhecido como acesso venoso central de inserção periférica.

Entende-se por nutrição parenteral periférica (NPP) aquela em que a dieta é administrada por uma veia menor, geralmente na mão ou no antebraço. É utilizada para a manutenção nutricional por curto prazo. Além disso, também pode ser usada para evitar a indicação de NPC em pacientes nos quais as necessárias diárias de macronutrientes não podem ser preenchidas apenas pela via enteral. Nesse caso, a NPP pode ser combinada com a nutrição enteral para oferecer o aporte nutricional adequado.

É de responsabilidade do enfermeiro estabelecer o acesso venoso periférico. Apesar de não ser necessário realizar esse procedimento em um centro cirúrgico, devem ser respeitadas todas as normas de assepsia de uma cirurgia.

A NPP pode provocar complicações vasculares como flebite, trombose e tromboflebite, que pode ser atribuída à hiperosmolaridade e à composição da dieta, à qualidade do cateter, à sensibilidade do paciente e a outros fatores. Algumas maneiras de evitar estes efeitos adversos é limitar a osmolaridade em 1.000 miliosmol/l, reduzir quantidade de potássio e realizar rodízio de veias a cada 48 horas.

Tanto na NPC quanto na NPP, a indicação é realizada para pacientes impossibilitados de se alimentarem pelas vias oral e enteral. Obtenha mais detalhes sobre indicações de NP aqui!


Bibliografia (s)

Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Legislação em Vigilância Sanitária. Portaria nº 272, de 8 de abril de 1998. Regulamenta os requisitos mínimos exigidos para a terapia de nutrição parenteral. Disponível em: http://e-legis.bvs.br/leisref/public/showAct.php?id=21359&word. Acessado em 26/07/06.

Grant JP. Anatomy and physiology of venous system vascular access: implications. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2006;30(1 Suppl):S7-12.

Waitzberg DL, Torrinhas RS, Jacintho TM. New parenteral lipid emulsions for clinical use. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2006;30(4):351-67.

Waitzberg DL, Júnior PEP, Cecconello I. Indicação, Formulação e Monitorização em Nutrição Parenteral Total Central e Periférica. In: Waitzberg DL. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3ed. São Paulo; Editora Atheneu, 2000. p.735-51.




 
 




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