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DETALHES - P&R

Autor(a):       Iara Waitzberg Lewinski
Data:             06/03/2009 08:45:11


Quais as consequências da baixa ingestão de potássio?

O potássio (K) é reconhecido por ser o maior cátion presente no meio intracelular. Concentrações séricas normais desse mineral vão de 3,5 a 5,0 mEq/L e valores abaixo de 3,5 mEq/L caracterizam a hipocalemia, ou uma deficiência grave de K.

O K participa da excitabilidade neuromuscular e da contratilidade muscular. Assim, as consequências da hipocalemia são: arritmias cardíacas, fraquezas musculares e intolerância à glicose. Este último sintoma acontece porque, neste estado, o pâncreas fica com a sua capacidade de secretar insulina reduzida, portanto, instala-se um quadro reversível de intolerância à glicose. Porém, não é preciso uma deficiência grave de K para se observar outros sintomas adversos. A ingestão inadequada desse micronutriente pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, principalmente de infarto.

Em alimentos naturais, como frutas e vegetais, o potássio encontra-se conjugado a alguns ânions, como o citrato. No organismo, o citrato é convertido em bicarbonato, um eficiente tampão contra a acidez gerada pela própria dieta. Sendo assim, o K pode ser considerado um precursor do bicarbonato. Na falta dos precursores do bicarbonato, outros tampões vindos dos ossos executam a função de neutralização. Porém, neste processo, ocorre uma desmineralização óssea.

A hipocalemia pode ser corrigida por via oral, com a ingestão de xaropes, comprimidos ou K efervescente; ou por via endovenosa, sendo usualmente utilizada a quantidade de 60 mEq/L de potássio em velocidades que não ultrapassem 40 mEq/hora, a não ser em casos muito graves.


Bibliografia (s)

Dietary Reference Intakes for Water, Potassium, Sodium, Chloride, and Sulfate. Disponível em: http://fnic.nal.usda.gov/nal_display/index.php?info_center=4&tax_level=4&tax_subject=256&topic_id=1342&level3_id=5141&level4_id=10592. Acessado em: 05/03/2009.

Évora PRB, et al. Distúrbios do equilíbrio hidroeletrolítico e do equilíbrio ácido-básico. Uma revisão prática. Medicina Ribeirão Preto. 1999;32:451-69. Disponível em:http://www.fmrp.usp.br/revista/1999/vol32n4/disturbios_equilibrio_hidroeletrolitico.pdf. Acessado em: 05/03/2009.




 
 




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