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(Atualizado em 15/08/2014)

Conheça as novas diretrizes para a abordagem da desnutrição nos cuidados de saúde!



   
Dieta enteral enriquecida com nutrientes imunomoduladores não beneficia pacientes críticos
A utilização de dieta enteral hiperproteica enriquecida com nutrientes imunomoduladores não reduz a incidência de infecções em pacientes críticos em UTI  

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(15/08/2014, Alweyd Tesser)

   
Quais são os benefícios do chá de hibisco?


O chá de hibisco possui ação diurética, impedindo a retenção de líquidos, além de efeito cardioprotetor e vasodilatador, devido a presença de flavonoides e ácidos orgânicos, que ajudam a aumentar os níveis plasmáticos da lipoproteína de alta densidade (HDL-C) e diminuir concentração plasmática da lipoproteína de baixa densidade (LDL-C), os triglicerídeos e a pressão arterial sanguínea.

O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa (HS), que não é a espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins.

Uma revisão publicada em 2013 demonstrou que o consumo diário desse chá reduziu significativamente a pressão arterial sistólica e diastólica em adultos com ... 

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(15/08/2014)



 Em que momento você utiliza a nutrição parenteral (NP) como complemento caso seu paciente não esteja atingindo as necessidades nutricionais com a nutrição enteral na terapia intensiva?
 Após 2 a 3 dias em uso de terapia nutricional (TN)
 Após 6 a 7 dias em uso de TN
 Após 15 dias em uso da TN
 Quando meu paciente atinge menos de 60% das necessidades nutricionais complemento com a NP independente do tempo de uso da TN
 Não uso a NP como complemento porque não me sinto seguro devido a falta de informação
 
(15/08/2014)
Assinale uma das opções abaixo:
 sou nutricionista
sou biólogo
sou enfermeiro
sou médico
sou farmacêutico
sou membro da indústria
sou técnico em nutrição
outros
 
 
Nutrição Enteral - Data de Publicação: 21/07/2014 (Segunda-Feira)

 
Complementariedade entre Nutrição Parenteral e Nutrição enteral: Por que, Como e Quando?
 
Na prática clínica são utilizadas a existência da desnutrição, do risco de seu desenvolvimento e fórmulas orientadas a partir do peso do paciente para indicar a necessidade e a quantidade da terapia nutricional (TN) a ser oferecida ao paciente, o mais precocemente possível e, preferencialmente, pela via enteral (1).

Dessa maneira, analisando o impacto do estado nutricional na evolução clínica da população hospitalar em geral, fica evidente que pacientes previamente desnutridos ou que desnutre
 
m ao longo da permanência hospitalar têm piores resultados. Porém em pacientes graves, as ferramentas tradicionais utilizadas para obter o reconhecimento, quantificação e acompanhamento da desnutrição, bem como as fórmulas disponíveis para estimativas das necessidades nutricionais têm baixa precisão (2).

A estimativa da correta quantidade de energia e proteína ao paciente grave tem sido motivo de controvérsias. Alguns trabalhos observacionais demonstram impacto negativo do déficit calórico ...
 
 
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